O papel da educação internacional GATE

O papel da educação internacional para carreiras de sucesso

Qual a importância de ser um cidadão global? Foi com essa questão que Scott Helfgott, Senior Director of Academic Affairs, da Shorelight Education, iniciou a palestra “Universidades Americanas: O Papel da Educação Internacional na Construção de Carreiras de Sucesso”, promovida na Unibes Cultural na última segunda-feira (14) pelo G.A.T.E. – Global Access Through Education.

Helfgott, que trabalha há mais de duas décadas com educação internacional, é responsável pelo desenvolvimento do curso de cidadania global certificado pela UNESCO Center for Peace, e aproveitou o painel para discorrer sobre o impacto que experiências internacionais podem ter na vida de estudantes e, posteriormente, em suas carreiras. “Não importa quais escolhas profissionais as pessoas façam. Quem quer ser bem-sucedido no mercado de trabalho tem que ser curioso sobre as experiências de outras pessoas, compreender problemas globais, sair da bolha e viver o mundo. E não existe melhor maneira de fazer isso do que estudando no exterior”, disse.

Durante a palestra, atuais líderes de mercado de todo o mundo também compartilharam suas experiências como estudantes em universidades americanas e refletiram sobre o papel da educação internacional em suas trajetórias profissionais.  Renato Habibe, diretor financeiro do Walmart, por exemplo, afirma que a sua passagem pela Florida International University mudou a sua história. “Fiz a universidade no Brasil, mas sempre tive o desejo de voltar ao exterior para estudar. Fazer mestrado nos Estados Unidos me abriu muitas portas, mais do que eu imaginava. Tanto que fui para ficar dois anos e acabei ficando seis. Como estudante internacional e também como profissional sempre encontrei as portas abertas no país e não foi diferente quando voltei para o Brasil.”

Ex-aluno da American University, em Washington D.C., José Ruy Alvarez contou durante o bate-papo que, além de ter construído uma carreira de sucesso após estudar no exterior, adquiriu uma experiência de vida incomparável após o período. “Muito mais valioso do que o diploma que você adquire durante o tempo em que passa estudando no exterior são as experiências que você vivencia e o que você aprende, é isso que você traz e irá usar para o resto da vida.”

Universidades americanas querem estudantes brasileiros

Atualmente, o Brasil está entre os dez países que mais enviaram alunos para o ensino superior nos Estados Unidos. E este número tende a aumentar nos próximos anos, com a experiência internacional sendo uma das qualificações mais valorizadas pelo mercado de trabalho globalizado.

O acesso à tecnologia de ponta e suporte oferecidos pelas instituições de ensino internacionais são dois dos principais motivos que atraem, ano após ano, inúmeros brasileiros para o exterior. Foi o caso do engenheiro civil Cyro Ribeiro do Valle, que fez mestrado na Universidade de Illinois, em Chicago, em 1998. “As instituições de ensino nos Estados Unidos são reconhecidas pelo investimento que fazem em pesquisas. Os alunos são incentivados a se dedicar, pesquisar e criar, ao mesmo tempo em que dispõem de infraestrutura para fazerem isso”, contou o profissional durante o painel.

Especialistas durante palestra sobre educação internacional promovida pelo GATE

E as instituições de ensino dos Estados Unidos também estão interessadas em ter estudantes brasileiros em seu quadro de alunos. “É do interesse das universidades contar com estudantes sérios, interessados, muito esforçados e que, além de se relacionarem bem, sabem aproveitar as oportunidades que lhe são entregues. E os estudantes brasileiros são assim”, afirma Bruno Contrera, gestor de Universidades e Cursos no Exterior do STB.

A oportunidade de construir carreiras no exterior também chama a atenção de estudantes que buscam estudar em países como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. “Após fazer mestrado nos Estados Unidos trabalhei em seis empresas no país e posso dizer que pelo menos quatro delas estavam entre as maiores companhias de engenharia do mundo”, relembrou o engenheiro Cyro Ribeiro do Valle.

Como fazer uma universidade nos Estados Unidos?

O primeiro passo para estudar em uma universidade no exterior é procurar a ajuda de especialistas em higher education para identificar as melhores opções de acordo com o seu objetivo. “É importante viver esse processo sem pressa. Pensar em qual carreira deseja seguir e depois escolher a melhor instituição”, sugeriu José Ruy Alvarez.

Para Carmen Atkinson, diretora da Shorelight Education, é preciso deixar para trás a ideia de que é muito difícil ou impossível estudar no exterior. “As universidades estão comprometidas em receber e dar todo o suporte necessário para alunos internacionais. Portanto, é possível conseguir uma vaga em uma grande universidade! Basta procurar organizações especializadas, como o STB, ter a melhor orientação e fazer um ótimo application”, disse Carmen, durante a palestra.

A seleção dos estudantes na maioria das universidades no exterior é feita por meio de uma avaliação. Isso quer dizer quer dizer que o perfil do aluno é avaliado por completo, por meio de redações, histórico escolas, o exame SAT, cartas de recomendação, entrevistas pessoais e, claro, boas notas em testes de proficiência, sendo o TOEFL e o IELTS os mais aceitos.

Existem, ainda, programas focados para estudantes internacionais que possibilitam entrada direta em universidades no exterior. Conhecido como Primeiro Ano Internacional, a essência deste programa é que, durante o primeiro ano de ensino no exterior, o estudante seja preparado de acordo com os critérios acadêmicos de cada universidade para enfrentar a graduação dentro de uma instituição americana.

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Equipe G.A.T.E. BR

O G.A.T.E. (Global Access Through Education) é uma plataforma de conteúdo com artigos sobre escolas e universidades no exterior, perspectivas profissionais e informações sobre desenvolvimento pessoal.

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